As aventuras de uma ex-calourinha inocente impressionada com as maravilhas de um mundo girando ao redor de falos.
Mas agora a calourice foi embora e, hoje, ela acha Mundo Falocêntrico um nome bem bizarro. Bem, eu nunca quis fazer um blog rosinha com coraçõezinhos pra textos delicadinhos e imbecizinhos, hehehehe.
O Mundo
Mariana N. A. L., ou DeLarge, deixo a cargo do leitor
30 de abril, há 21 anos.
Touro, ascendente Capricórnio, Lua Aquário e cuidado com minha Vênus em Gêmeos. É, eu sou fria e complicada pra cacete, heheheh
Publicidade e Propaganda na UFRJ, quase no fim.
Aspirante a redatora, trabalhando com programação visual.
Apaixonada por britrock e outras bandas novas de além da Inglaterra, por cinema alternativo (não intelectualóide, pelamordedeus) e por Dostoievski.
Querendo encontrar o Ivan Karamázov, o Raskolnikov, ou o Príncipe Míchkin na rua. Pode ser o Alex DeLarge também.
Doida por inteligência e beleza. Viciada numa boa conversa. Pouco me fodendo pros clichês dessas linhas.
Um pouco misteriosa e bem viadinha, o suficiente pra não querer mais completar isso aqui e pra querer um perfil minimalista. Gosto de ter gostinho de quero mais!
Podem me atirar bilhões de pedras pelo meu último post. Não tenho a menor moral para falar de bêbados. Não depois de ontem, o dia mais especial da minha recém adquirida sustenidade. Ontem, um dia que deveria ficar marcado na minha memória pelo excessso de tintas coloridas que despejei nos meus calouros, foi, como bem disse minha amiga Lyana, "um dia sinistro". É, meus amigos, ontem, 2/8/2004, "Eu vi a cara da morte e ela estava viva!".
Parece grotesco e um tanto exagerado, mas é a mais pura verdade. E tudo isso foi por causa de (pelo q eu lembro) 3 doses de Vodka Kovak com Coca-Cola que tomei no Sujinho para comemorar a tão sonhada "vingança" contra calouros fresquinhos, recém saídos do ócio. Dali em diante, fui para Copacabana com meus amigos (Thiago, Pri, Lyana e Carol Barreto), a bordo daquele ônibus gratuito que vai do Rio Sul para a estação Cardeal Arcoverde. Então... Lembro de um banheiro de restaurante (onde vomitei pela primeira vez) e de um quiosque (onde, acho, vomitei pela segunda vez). Depois, uma ambulância com uma médica q pedia para eu parar de cuspir (vejam isso!), sem sucesso. Lembro tb da Carol Barreto na ambulância comigo. E então.........
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Esse espaço em branco diz tudo.
Acordei numa maca de hospital, com um soro de glicose. Uma senhora me perguntou o q eu havia usado. Respondi q foi álcool e ela me contou sobre o filho, usuário de maconha e cocaína. Passei a tomar consciência do quão mal me sentia. Não era dor física, apenas uma grande vergonha. Nunca me vi tão fora de mim, tão horrivelmente tosca. Além disso, tinha vergonha do trabalho q eu havia dado aos meus amigos (anjos da guarda), que permaneceram comigo até eu ir embora, junto c/ a Pri, q gentilmente me levou até sua casa. Só posso agradecer a eles e pedir desculpas. Afinal, o Thiago deixou de encontrar a namorada por minha causa. E Carol e Lyana foram pra casa tarde, por terem me esperado.
Agora, passado um dia e depois de ter contado tudo à minha mãe (q foi uma santa, não brigou comigo), é voltar à faculdade (de casaco, por causa do hematoma no meu braço) e pedir perdão às pessoas por eventuais merdas q eu tenha feito ou falado. Afinal, essa história de q bêbado só fala a verdade é um puta dum caô!
E devo pedir desculpas a vcs tb, por lhes fazer ler um texto tão desleixado...